
Monitoramento de rede
RNA pode ser um grande aliado de redes com tráfego intenso
Identificar problemas em redes com grande volume de dados e resolvê-los dentro do prazo que os negócios exigem é sempre um desafio para as corporações. É dentro de cenários complexos que a Retrospective Network Analysis (RNA) cumpre um papel importante, ao permitir que os profissionais de TI descubram rapidamente qualquer anormalidade no tráfego de informações.
Muitas vezes uma empresa só consegue localizar uma falha, comprovar uma violação de regras de compliance ou mesmo detectar um problema de segurança se, por sorte, alguém testemunhar a ocorrência na rede.
Na análise retrospectiva o tipo de falha e o momento em que se deu são especificados com exatidão. Isso se deve à sua forma de trabalho, semelhante à de um sistema de câmeras de segurança de lojas, em que todo o tráfego, ou parte dele, é capturado para verificação posterior.
Uma das principais vantagens da RNA está no detalhamento das informações. Sua capacidade possibilita reconstruir isoladamente arquivos, páginas web, imagens, e-mails, mensagens instantâneas e ainda checar brechas baseadas nas regras Snort. Esses recursos são fundamentais principalmente para os casos de análise forense.
Soma-se a isso a flexibilidade da análise retrospectiva para monitorar com eficiência LAN, WAN, WLAN, gigabit, 10 GbE e Fibre Channel. Não por acaso sua capacidade vai muito além dos recursos tradicionais de captura e armazenamento de dados. Saiba mais clicando aqui
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Nova geração do GigaStor tem capacidade de 288 terabites
Ideal para resolver problemas em redes corporativas com tráfego intenso, acaba de chegar ao mercado a nova geração do GigaStor, batizada de SAS, com capacidade de até 288 terabites.
Fabricado pela Networks Instruments, o GigaStor SAS é hoje a maior plataforma de análise retrospectiva de redes, permitindo guardar e capturar packets para investigações futuras. Isso tanto para os casos de troubleshoot como de auditoria forense, uma vez que a solução possibilita reconstruir falhas ou ataques com extrema precisão.
O sistema também facilita a localização de dados específicos, que é hoje um dos principais problemas das corporações depois que as informações são armazenadas. O novo modelo atende também às empresas que precisam de um tempo de retenção maior, segundo o diretor executivo da Symmetry, Jacob Feldman.
Além da edição SAS, o portifólio reúne ainda dispositivos que atendem a necessidades diferenciadas das organizações, entre eles unidades standalone de 4-12 TB, bem como versões que podem ser expandidas de 16TB-288 TB e são destinadas a companhias em crescimento. Ainda são oferecidas opções write-to-SAN, em que a gravação de dados é praticamente ilimitada.
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